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Nutrição Funcional na Artrite Reumatóide

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    Nutrição Funcional na Artrite Reumatóide

    por Clínica Nuclear | Orientações | Comments are Closed | 6 Março, 2013 | 0


    A Nutrição Funcional é uma ciência integrativa e profunda. Focaliza os aspectos bioquimicamente únicos de cada indivíduo, montando intervenções para restaurar o equilíbrio fisiológico e bioquímico de cada um (Textbook of Funcional Medicine, 2005).

    A artrite reumatóide é uma doença inflamatória crônica sistêmica que afeta as membranas das articulações, onde as mais envolvidas são as das mãos, pés, punho, tornozelo e dos joelhos. A característica elementar é uma sinovite inflamatória que acarreta destruição de cartilagem e erosões ósseas, tendo assim como conseqüência a deformidade articular (Harrison, 1994).

    Segundo a American College of Reumatology, os critérios diagnósticos da doença são: rigidez articular matinal com duração maior ou igual a uma hora; edema (inchaço) de 3 ou mais articulações; edema das articulações das mãos (dedos), interfalangeanas, e/ou pulso (punho) metacarpofalangeanas; edema bilateral dos tecidos moles periarticulares; presença de nódulos subcutâneos; fator reumatóide no sangue positivo; erosões articulares e/ou com diminuição da densidade óssea, nas mãos ou pulsos, observadas em exames radiológicos.

    Os portadores de artrite reumatóide têm seu estado nutricional mais afetado com a evolução da doença. A capacidade de realizar atividades diárias fica prejudicada, incluindo a compra, preparação e consumo dos alimentos. As capacidades de mastigar e morder também se alteram, levando à mudança da consistência da alimentação. As alterações gastrointestinais ocorrem devido ao consumo de medicamentos, os quais afetam a ingestão, digestão e absorção. Também há mudanças do paladar, sensação de boca seca e dificuldade de deglutir. Tudo isso traz uma diminuição no consumo de calorias.

    Já existem muitos estudos associando permeabilidade intestinal a várias doenças, especialmente as auto-imunes, como é o caso da AR. Portanto, devemos trabalhar o intestino do paciente, dessa maneira teremos uma melhor tolerância aos alimentos e talvez não precise restringir tanto na alimentação.

    A ingestão de lactobacilos é recomendada para melhoria da microbiota intestinal. Também é indicado o consumo de antioxidantes – como vitaminas C, E, selênio ômega-3 e flavonóides – para diminuir a agressão da inflamação. Deve-se ter cuidado com os alimentos ricos em ômega 6 (linhaça dourada, óleo de milho, óleo de girassol, óleo de soja, leite, carne, nozes, soja, ovos), pois, contêm agentes pró – inflamatórios que irão fazer ação contrária dos alimentos ricos em ômega 3 (ação antiinflamatório). O consumo de alimentos ricos em vitamina D e cálcio é uma recomendação importante para evitar a desmineralização óssea comum no estágio avançado da doença. Mas, o consumo de alimentos ricos em cálcio deve estar associado com os alimentos ricos em magnésio, pois, é este mineral que tem fator fundamental para o metabolismo ósseo e deposição de cálcio nos ossos. Estudos mostram que a deficiência de magnésio está extremamente relacionada com a formação óssea inadequada, tendo como conseqüência a perda óssea. Outro mineral importante é o boro (presente na maioria dos vegetais), pois, ele diminui a excreção de cálcio e magnésio.

    Fontes de alimentos ricos em cálcio: Queijo minas (frescal), Manjuba (peixe), Requeijão cremoso, Ricota, Amêndoa torrada e salgada, Soja (farinha), Iogurte natural desnatado, Castanha do Brasil (crua), Agrião, Leite desnatado (UHT), Leite integral.

    Fontes de alimentos ricos em magnésio: Castanha do Brasil, Semente de coentro, Semente de abóbora, Farinha de soja, Amêndoa, Aveia, Nozes, Grão de bico, Arroz integral, Semente de girassol, Granola, Espinafre, Acelga e Rúcula cruas, Quiabo cozido, mandioca cozida, couve refogada.

    Fontes de alimentos ricos em ômega 3: peixes (salmão, cavala, sardinha, arenque, atum , bacalhau), óleo de canola e de linhaça). Deve-se estar atento na preparação dos peixes que devem ser assados ou cozidos e na linhaça que deve ser triturada antes do consumo.

    Fontes de alimentos antioxidantes: Acerola, Laranja, Tangerina, Limão, Morango, Melancia, Uva roxa, Mamão, Abóbora, Cenoura, Tomate vermelho, Couve, Brócolis, Rúcula, Salsa, Castanha do Brasil, Nozes, Amêndoas, Chá verde, Linhaça.

    Liliane Silva AndradeLiliane Silva Andrade
    CREFITO CRN-5 5980

    Formada pelo Centro Universitário Jorge Amado, Extensão em Suplementação Nutricional em Atletas, Realizando Pós – Graduação em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional.

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